quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Novos POderes

Capitulo 7
Novos Poderes

Acordei logo cedo pela manhã, a felicidade inundava minha cabeça, pois tinha sonhado com o Isack, um sonho tão lindo, tão perfeito que todas as lagrimas que eu havia derramado ontem a tarde tinham valido a pena – o meu despertador começou a tocar no mesm0o horário de sempre, mas hoje havia algo de diferente, eu estava bem, lá fora poderia estar caindo granizo mas eu estava vendo o sol em todas as partes.Corri para o banhou e logo tomei um banho, parecia que não tomava um banho tão relaxante assim há meses, até que toco em algo no meu pescoço e vejo aquele colar... – o mesmo colar do sonho, o colar que o Isack havia me dado de presente, como prova de seu amor – na hora que percebi que o sonho não era sonho fiquei maravilhada, pois agora sabia que aquilo não era um sonho era real e eu tinha uma prova que estava no meu pescoço.

A caminho da escola a felicidade me dominava, mas então lembrei que o dia só estava começando e hoje antes de poder ficar realmente com o Isack eu tinha que acabar com o Luca...Mas como faria isso sem machucar ele? – essa era a grande questão agora...

-Manu você é muito esquisita sabia? – Clara disse me observando
-Por que? -Quis saber
-Ontem parecia que você iria morrer de tanto chorar... e hoje parece que ganhou na mega sena...
-É que estou apaixonada amiga, um amor que eu jamais pensei que existia ,existe – disse sorrindo
-Que bom, o Luca vai ficar feliz quando você disser isso a ele – disse ela feliz também
-Clara... eu gosto do Luca mas... – com eu iria contar para alguém sobre amar um vampiro?
-Mais o que Manu? – disse ela com um tom triste na voz pois sabia onde esta conversa iria chegar
- Não o amo mais, acho que nunca o amei, e eu tenho que dizer isso para ele hoje – eu disse triste sabendo que ele iria sofrer
-Então por que está apaixonada? – disse ela mas nem precisou deu falar – não... não... Não vai me dizer que é por aquele aluno novo? – disse ela fazendo uma cara de reprovação
-A gente não escolhe por quem se apaixona Clara, simplesmente acontece, e sei que o Isack sente o mesmo por mim – disse me lembrando das palavras que ele usara noite passada
-Será? – disse ela meio na duvida- Porque pensa comigo você só o conhece a três dias e o Luca você namora há três anos Manuela – seguindo a lógica
-Mas quando a gente ama, simplesmente ama e sei que o amo e ele a mim também – disse certa do que sabia
-Ele te olho de uma maneira tão estanha como se fosse te atacar a qualquer momento... – disse ela arrepiando-se – Que colar é esse no seu pescoço? – ela quis saber ao olhar minha blusa
-Eu ganhei dele... – disse olhando para minha linda metade do coração
-Que lindo Manu, realmente ele tem um ótimo gosto para jóias, mas não esqueça que a decisão que você tomar hoje não tem volta – disse ela com aquela cara de intelectual
-Eu sei... – eu estava apaixonada por um vampiro e sabia que isso era perigoso mais mesmo assim eu iria até o fim.



Quando a Bianca entrou no carro mudamos de assunto pois não queria comentar este assunto para a Bianca, porque sabia que a escola inteira ficaria sabendo,Bianca e Clara estavam animadas com o baile de daqui dois dias estavam falando de quem iria e de quem não iria, de roupas e tudo – Clara era a mais simples, tinha pedido para a Pepa fazer um vestido com um pano que minha mãe havia dado a ela, mas eu iria dar um presentinho para ela... , já a Bianca, estava super animada em pegar seu vestido na sexta com minha mãe a cor ela nem quis comentar pelo que consegui prestar atenção na conversa – porque meus pensamentos estão bem longe ou melhor bem perto no colégio em vê-lo novamente.
Os alunos do Aisten estavam quase todos no pátio quando cheguei, eu estava nervosa até parecia que eu era inexperiente em namoros – eu não sabia o que falar como cumprimentá-lo, nada disso – até que o vejo pelo retrovisor do carro encostado em sua moto de óculos escuro me olhando eu simplesmente sorri, e a Clara desceu puxando a Bianca para dentro do colégio me dando cobertura.

-Pelo visto suas amigas não gostaram da novidade não é? – disse ele quando me aproximei da moto
-Há... Elas não têm que gostar... eu gosto e pronto – disse com cumprimentando – com um beijo no rosto e pela cara que fez não gostou muito
-To vendo que o Playboy ainda não sabe da novidade não é? – perguntou ele tirando os olhos e me olhando, com os olhos mel
-Não inda não... Vou conversar com ele hoje – disse eu meio sem graça
-Você ainda pode pular fora Manuela, ainda esta em tempo – disse ele se afastando um pouco de mim e colocando os óculos novamente
-Eu nunca vou desistir de você –disse eu o emparedando na moto – Então sem chance – falei em seu ouvido
-Por que gosto de ouvir isso? Mesmo eu estando fazendo uma coisa imperdoável – disse ele com sarcasmo
-Eu não sou uma ameaça... Sou? – quis saber, brincando com ele
-Pra mim você é o ser mais poderoso do universo... Pois tem poder absoluto sobre mim – as vezes me achava meio seca com tantas coisas bonitas que ele dizia, mesmo de um jeito mais antigo
-Você me deixa sem graça – disse corando
-Só falo a verdade – ele falou ao subir na moto
-Onde você vai? – quis saber pois a roupa que ele se encontrava não era aquele uniforme ridículo do colégio – era um jeans com uma regata preta dando para observar toda sua estrutura física, que me deixou quase babando rs
-Dar um volta ... – disse ele ligando o motor – e você vai comigo
-Eu? – perguntei, porque não esperava por essa...
-Claro, vem sobe – disse ele batendo no espaço do passageiro – Ou quer que eu desça da moto e te pegue e ti seqüestre?
- Hum... – olhei em volta e algumas pessoas nos observavam – não sei...
-Por quê? – disse ele dando um sorrisinho – Ta com medo? – disse ele mostrando os dentes brilhantes dele e chegando perto do meu pescoço...
-Oi Isack você pode me emprestar algumas lições de ontem – disse uma menina da nossa sala, e pela cara dela, ela queria MUITO mais que um simples caderno
-Lição? – quis saber o Isack, admirado com a atitude da menina
-É a de ontem... – disse ela tirando o óculos escuro e sorrindo
-Porque você não pede para outra pessoa meu amor? – disse eu com uma atitude que eu me surpreendi
-Porque quero o caderno dele – apontando para o Isack que me observava curioso com aquela atitude – Vem cá Manuela, cadê o Luca? O seu namorado – ela disse as ultimas palavras como se estivesse soletrando cada letra
-Não Isack não te tenho medo – disse jogando meu longo cabelo castanho claro na cara daquela coisinha – Vamos – disse subindo na moto, ele me olhava de boca aberta e ela roxa de raiva – E peça a “lição” pra outra ta fofa – disse enquanto saímos daquele local, só vi a menina metida comendo fumaça
-Quem ela pensa que é pra pedir o seu caderno? – eu falava sozinha, comigo mesma
-Nunca pensei que você viria comigo só de pirraça – disse ele rindo da situação
-Eu não estou com ciúme – eu disse fazendo biquinho-só que não entendi qual a diferença que ela viu em você e não viu em 19 pessoas – disse
-Ciúme – disse ele balançando a cabeça e rindo
-Pra onde você esta me levando? – quis saber para onde eu estava sendo “seqüestrada”
-Eu gostei de ti ver com aquela carinha – disse ele encostado sua cabeça no meu no meu rosto – Mas você vai ver quando chegarmos, disse ele acelerando a moto


Até o nossa destino incerto nos conversamos sobre varias coisas sobre minha vida – parecia que ele queria saber tudo, das coisas que gostava de comer, da minha cor preferida, o que eu adorava, meus amigos, minha família - até que chegamos em um condomínio no Itaim, parecia muito bonito, entramos e subimos o elevador

-Ainda da tempo de desistir – disse ele com a chave na porta – Eu estou sozinho... se te matar ninguém vai ficar sabendo
-Eu não sou mulher de desistir – disse girando a maçaneta – Primeiro as damas – lhe perguntei
-Claro – disse ele fazendo um gesto com a mão

Seu apartamento era muito bonito, e muito bem decorado parecia coisa de novela, e com cores fortes em todo lugar, enquanto eu olhava o apartamento ele me olhava, quando me virei para ele

-Gostou? – perguntou ele jogando a chave em um pufe
-Sim de ótimo gosto, foi você que decorou? – quis saber
-Não comprei assim mesmo – ele falou se jogando no sofá
-Mas para que você me trouxe aqui? -disse sentando na beirinha do sofá
-Eu to trouxe aqui para te explicar um pouco mais do que eu vim fazer aqui - disse ele ao se sentar ao meu lado – Manu, eu tenho medo de quando você souber da verdade você não me queira mais ... – disse ele pegando meu colar e o observando
-Pára com isso seu bobo – eu disse sorrindo para ele – isso era impossível
-Mas antes – disse ele se levantado – vou ti mostrar tudo o que posso fazer, as coisas boas em ser um vampiro – disse ele me mostrando os dentes – a minha força é inigualável – disse ele levantando o sofá com uma mão só e comigo em cima – a minha velocidade também – disse ele e em segundos depois com um copo de suco de laranja na mao para mim, - e meus caninos- disse ele mostrando os dentes afiadíssimos – são perigosíssimos, quando não usados para bem - nessa hora eu fiquei um pouco nervosa mais ele não percebeu
-A Samira também é assim? – quis saber ao me levantar
-Sim todos temos os mesmos poderes, sendo desde meu clã ou o outro da Romênia – me falou ele tocando em minha pele, mas de luva
-Por que das luvas? – quis saber estranhando
-Lembra das queimaduras? – ele me perguntou – Na luz do dia, sua pele é incompatível com a minha – disse ele rindo da situação
-A Samira também mora aqui? – eu quis saber assustada e o medo me dominava
-Não, não – disse ele tentando me acalmar – Não fica preocupada com ela, ela não vai te machucar eu prometo e nem sua família – nós vampiros temos a nossa individualidade
- Legal –disse eu ainda tensa me lembrando as palavras dele ontem sobre a Samira
-Ei esquece isso, isso é um problema meu – parecia que ele tinha a obrigação de me defender
-Por que ela quer me matar? – quis saber o motivo da minha quase morte
-Pelo mesmo motivo que eu quis – disse ele baixinho
-Que motivo Isack? – eu estava ficando com raiva daquilo tudo
-Não é a hora Manu – ele disse se virando
-A então a hora vai ser quando a Samira der o bote? – disse friamente
-Qual é o segredo Isack? Fala-me agora! – eu falei para ele já nervosa
-Eu não posso Manu, não agora... – disse ele triste com aquela situação
-Abre a porta por favor – eu não queria discutir com ele não por isso
-Esta com raiva de mim? – ele quis saber triste
-Não... Só vou voltar pro colégio, mas isso me deixa intrigada ... e eu fico com raiva de você por não querer me contar, mas quanto mais você adia é pior pra você mesmo Isack – eu disse a caminho da porta
-Me perdoa... Eu nem deveria ter te arrancado daquele jeito do colégio... – disse ele se martirizando
-Você é bem mais velho do que eu mais, quando a gente junta problemas e não fala com ninguém sobre isso, acaba se aumentando e aumentando se tornando uma bola de neve – disse eu abrindo a porta – Eu já vou – disse dando um meio sorriso para ele porque apesar de tudo isso eu o amava
-Posso ir com você? – perguntou ele em segundos com o uniforme
-Claro que pode – eu corri para abraçá-lo – eu não quero discutir com você , por nada – falei triste
-Domingo, eu conto prometo só me dá uns dias pra escolher as palavras certas – ele disse me olhando com uma cara que dava dó – Caso contrario... Você pode... Acabar com tudo – ele imaginava aquela sena pela cara que ele fez
-Acabar com tudo? Como assim?- perguntei sem entender
-Domingo – disse ele me dando um selinho e me guiando para o elevador novamente

Na escola, conseguimos entrar na segunda aula – era impressionante como o Isack usava a beleza dele a favor de tudo quando ele queria com as tias da escola – assim que chegamos lembrei-me do Luca, minhas pernas gelaram parecia que eu tinha cometido um crime e era uma fugitiva, o Isack não gostava daquilo, ele me amava a ponto de me deixar se eu quisesse, mas eu não amava mais o Luca, mais mesmo assim sofria com a situação – Quando entramos o Luca nem olhou para minha cara, a raiva e o ódio eram só um no seu rosto, e os seus olhos miravam apenas uma pessoa ou vampiro como queiram o Isack, e isso me preocupava o dobro
A aula passou rápido, fiz um trabalho em dupla com o Isack, mas ele tinha respondido tudo novamente para nois dois – a Clara me olhava com uma cara de dó, quando olhava o Luca, e toda hora ele olhava para o Isack mais para mim nada, parecia que eu era invisível aos olhos dele pelo jeito.
Quando queria que as drogas das aulas demorassem elas voavam, e a próxima era Educação Física, trocamos de roupas e fomos para a quadra o Isack nunca jogava sempre ficava em um canto, e hoje ficamos eu e a Clara – mesmo não gostando dele com ele – o Luca em campo estava tomando falta por tudo, ele não chutava a bola ele arrancava o gramado da quadra, até que aquele bola acerta bem em cheio o livro que o Isack lia enquanto eu a Clara conversávamos

-Iai cara não joga não, seu frocho? – disse o Luca rindo d o livro do Isack ter caído no chão, quando o profº foi Ao banheiro
-Luca, na saida a gente se fala, tudo bem – eu via o esforço que o Isack fazia para não o mata-lo
-Luca, para de ser idiota! Seu problema é comigo e não com ele – eu disse me levantando da arquibancada
-O nosso papo é mais tarde Manuela – disse ele com raiva para mim – Porque agora quero saber se o esquisito do seu amigo se é que é isso ... joga uma bolinha – disse ele sarcástico
-Ele não vai jogar Luca, paro com essas provocações – eu dizia mais nada dele me escutar
- Iai vai amarela? – disse ele rindo do Isack
-Em que time eu jogo? – disse ele saindo da arquibancada e indo para o campo
- No laranja – jogou o colete no rosto de Isack
-O Luca vai matar o Isack ali mesmo Manu – disse a Clara com os olhos arregalados

O Luca tinha a fama de ser o melhor jogador da escola por jogar no São Paulo, mas quando o Isack entrou todos pararam para ver como ele se movimentava no campo, era poderia estar selecionado para a copa e jogar sozinho e mesmo assim iria ganhar, toda vez que o Isack tentava provocar alguma falta, ele se esquivava sem ao menos tocá-lo – a cara de ódio do Luca se estendeu, e até o profº nunca tinha visto alguém jogar tão bem assim, pelo visto o Isack era muito bom também no futebol, o jogo acabou 5x0 para o time do Isack –todos os gols feito por ele – no fim do jogo todos foram cumprimentá-lo menos o Luca que saiu o fuzilando com o olhar e o Isack rindo da cara dele


-Porque você não disse que era tão bom assim no futebol? – quis saber no corredor do vestiário
-Você não perguntou... – ele disse me dando um beijo no cabelo
-Meu celular! – eu não o achava na bolsa de jeito nenhum – Devo ter deixado cair no vestiário, vou voltar lá correndo é dois minutos ta – eu não poderia ter perdido o meu cel. Lá era minha agenda eletrônica, corri para o vestiário e comecei ver atrás dos bancos, de tudo, nos armários até que...

-Tá procurando por isso? – disse o Luca ao fechar a porta e colocar a chave na calça
-Me dá meu celular Luca – eu disse ao vê-lo assustada
-Vem pegar – disse ele se aproximando de mim e eu indo para trás
-Olha Luca, eu sei que você esta com raiva de mim... Mas vamos conversar – eu disse com medo, pois seus olhos estavam vermelhos
-Você não poderia ter feito isso comigo Manuela, não você! – ele disse mostrando todo o rancor em cada palavra , frente a frente comigo e eu já estava na parece pra onde eu iria agora?
- Calma Luca... Eu estou apaixonada por ele Luca eu não tive culpa... – eu disse com medo dele porque parecia que ele estava fora e si
-Ele não te ama Manuela,eu sou o único que te ama! – gritou ele me segurando pelos braços me machucando
-Me solta Luca! Você esta me machucando – eu gritei porque estava doendo muito
-Solta ela agora – eu só ouvi um barulho da porta sendo arrobada e o Isack nervoso como nunca vi
-O que vai fazer? – disse o Luca, ainda me segurando firme
-Eu vou te matar se você machucar a Manuela – ele disse quase rosnando de raiva
-Você roubou ela e ela Me pertence! – disse ele me machucando mais ainda
-Ai! –eu gritei, e o ódio me dominou, eu sentia meu corpo estranho e gélido, e um fogo interno me dominava nesta hora eu não era eu - Me solta agora Luca!! – depois disso eu só vi o corpo do Luca sendo jogado para o outro lado do vestiário, batendo com tudo na parece e ele desmaiando

Ninguém tinha tocado no Luca, e a força com que ele foi jogado era impossível de ter acontecido, o Isack não havia tocado nele... Só restava eu... Eu tinha feito aquilo, mais como? Eu o tinha jogado a metros de distancia, sem ao menos me mexer, quando me dei por mim estava na ambulância sentido ao hospital da religião.






Capitulo 8 estara no blog segunda ^^ bom fds!!

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